Domingo, 4 de Março de 2007

História da Apple Inc.

Apple Inc.

A Apple é uma empresa fabricante de eletrônicos, computadores e produtora de software. A Apple deixou há muito tempo de ser uma fabricante de computadores, ela é um sentimento, um modo de vida. A Apple não tem somente consumidores, mas sim seguidores. Foi eleita uma das marcas mais influentes do mundo, um verdadeiro ícone. Tornou-se um exemplo de como uma empresa moderna deve ser.

Mudança no nome

Com o lançamento de dois novos produtos, o Apple TV e o iPhone, durante a MacWorld 2007, a Apple anunciou a mudança do seu nome de Apple Computers Inc. para Apple Inc. Esta mudança ocorreu principalmente pelo novo posicionamento mercadológico que a Apple passou a adotar. A Apple, com estes dois novos produtos juntamente com o iPod e seus computadores, passa a atuar não só no mercado de computadores mas também no mercado de Eletrônicos.


[editar] Produtos de sucesso

  • Apple II - 1977, computador que introduziu a utilização de um monitor de alta resolução gráfica.
  • Macintosh - 1984, primeiro computador pessoal a popularizar a interface gráfica amigável.
  • QuickTime - 1991, foi o primeiro player criado para computadores. É um poderoso software multimídia capaz de reproduzir arquivos de vídeo, som, animação e música de vários formatos.
  • iMac - 1998, primeiro modelo de computador a possuir um design arrojado, com cores fortes de alto contraste e diversos atributos novos, com o intuito de atrair o público jovem e popularizar a marca.
  • iBook - 1999, notebook da Apple criado seguindo as mesmas características do iMac.
  • iPod - 2001, primeiro player portátil de áudio e vídeo digital do mundo, que conquistou o público por sua leveza, praticidade, qualidade, modernidade e simplicidade.
  • iTunes Store - 2001, é a maior galeria de música digital legalizada no mundo, foi criada para venda de músicas, clipes, álbums, seriados e até filmes para iPod pela internet.
  • iTunes - 2001, considerado o melhor player de música já criado. Ele foi desenvolvido para reproduzir e organizar arquivos de música e vídeo digitais. Pelo iTunes também é possível fazer compras de canções e vídeos na iTunes Store e carregar arquivos para iPod.
  • Mac OS X - 2001, sistema operacional destinado aos computadores Macintosh. Tornou-se o ambiente baseado em Unix mais bem vendido até hoje (em número de computadores vendidos).
  • MacBook - 2006, foi o notebook sucessor do ibook. Esta máquina possui melhoramentos significativos como tela Wide Screen e já com os processadores Intel Core Duo que melhoraram a confiabilidade, velocidade e, principalmente, o consumo de energia em relação ao antecessor iBook.
  • iPhone - 2007, é um telefone celular com funções de tocador de audio, câmera digital e internet. A navegação é feita através de sua tela sensível a múltiplos toques (multitouch). Destaca-se ainda pela utilização de uma versão "enxuta" do sistema operacional OS X.

 



 

Fracassos

Nem tudo foi sucesso absoluto na história da Apple. Alguns produtos revelaram-se um grande fiasco. Ironicamente, os exemplos a seguir fracassaram por serem "modernos demais" para seu tempo, possuindo características que somente anos depois passaram a ser incorporadas por produtos de empresas concorrentes. Alguns deles fracassaram pricipalmente por causa do preço muitas vezes proibitivos.

  • Apple Lisa - 1983, o primeiro computador a usar interface gráfica e mouse. Capaz de multitarefa não-preemptiva. Equipado com 1MB (1024KB) de memória RAM, enquanto os produtos contemporâneos tinham geralmente não mais de 96KB.
  • Apple Newton - 1993, também conhecido com Newton Message Pad, era um computador de mão ("palmtop") com tela sensível ao toque ("touch screen"), reconhecimento de escrita, memória Flash e processador RISC. Lançado três anos antes dos populares (e técnicamente inferiores) Palm Pilot.
  • Quicktake - 1994, uma das primeiras câmeras digitais voltada para o consumidor doméstico. Ficou no mercado durante 3 anos.
  • Apple Pippin - 1996, vídeo-game que foi um grande fracasso devido à pouca quantidade de jogos publicados e ao grande número de consoles que eram vendidas com defeitos de fabricação.

 

sinto-me:
música: Liberate
publicado por parar às 22:29
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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2007

Análise da Obra - O Crime do Padre Amaro

Enredo

 

            Romance anticlerical dos mais acutilantes, passa-se em Leiria, onde o Padre Amaro Vieira, ingénuo e psicologicamente um fraco, vai assumir a sua paróquia. Hospedando-se na casa da Senhora Joaneira, acaba por se envolver sexualmente com sua filha, Amélia. Amaro conhece, então, o cinismo dos seus colegas, que em nada estranham  sua relação com a jovem. Grávida, Amélia acaba por morrer no parto e Amaro entrega a criança a uma "tecedeira de anjos". Morta também a criança, Amaro, agora um cínico descarado, prossegue com a sua carreira. O romance, que critica violentamente a vida provinciana e o comportamento do clero, foi, durante décadas, leitura proibida em muitas escolas de Portugal e do Brasil. 

 

 

Personagens

 

Padre Amaro Vieira

O protagonista do romance é filho de dois criados do marquês de Alegros. Perde os pais ainda criança e é educado no meio da criadagem da marquesa, o que faz com se torne "enredeador e muito mentiroso." A marquesa decide que ele tornar-se-ia padre, e assim, aos quinze anos, ingressa no seminário.  
      É um fraco tanto física quanto psicologicamente. Aceita o sacerdócio passivamente. Por influência do conde de Ribamar, obtém a paróquia de Leiria, onde se hospeda na casa da S. Joaneira. Lá conhece Amélia, filha de sua hospedeira, e ela torna-se sua amante. O ambiente da casa da marquesa, onde fora criado, e o seminário moldaram o carácter de Amaro. Já sacerdote em Leiria, espanta-se, no início, com o cinismo explícito dos seus colegas de batina, mas todas essas situações, somadas ao ambiente de servilismo beato da casa onde está hospedado, fazem com que ele se atole em acções desonrosas, como entregar seu filho a uma "tecedeira de anjos" e a criança acaba por morrer. No final do romance, ele tornou-se idêntico aos seus pares. Uma conversa entre Amaro e o cónego Dias, mostra, de forma clara, como Amaro e os outros eclesiásticos representam o clero sem vocação e hipocritamente. Os dois estão reflectindo sobre os excessos da Comuna, afirmam que seus seguidores merecem a masmorra e a forca porque não respeitam o clero e "destroem no povo a veneração pelo sacerdócio", caluniando a Igreja. Então, uma mulher provocante passa diante deles e ambos trocam olhares cúmplices. O cónego exclama: "- Hem, senhor Padre Amaro?... Aquilo é que você queria confessar" E Amaro responde: " - Já lá vai o tempo, padre-mestre - disse o pároco rindo - já as não confesso senão casadas!" 
  

  
Amélia Caminha

 

A co-protagonista do romance concentra, em sua figura, o resultado trágico de uma formação num meio provinciano e atrasado, centrado em torno do poder eclesiástico. A sua casa é um beatério, centro de convivência dos poderosos e amorais sacerdotes da cidade, em que impera a superficialidade dos rituais e uma deformação dos conceitos religiosos cristãos. Nesta sociedade, a Igreja é parte activa do poder político, que a utiliza nas suas manobras eleitorais e lhe dá privilégios sociais, prestígio e poder. 
     Amélia vive, portanto, rodeada de cónegos e padres. Aos 23 anos, alta, forte e "muito desejada", possui um temperamento sentimental, romântico e fortemente sensual. Órfã de pai, sua mãe é amante do cónego Dias e ela é uma devota simplória e passiva, atraída pelo ritual católico. Namora João Eduardo, escrevente de cartório. Conhece, então, o Padre Amaro, pároco da Sé de Leiria, hóspede na casa de sua mãe. Apaixona-se e entrega-se a ele com total submissão. Fica grávida e esconde-se numa quinta próxima à cidade, acompanhada de uma fanática beata, irmã do cónego Dias. Recebe a visita do abade Ferrão, único sacerdote decente do romance. Ele tenta recuperá-la para uma vida normal e digna e quer tirá-la da influência nefasta de Amaro. No entanto, Amélia morre no parto.

publicado por parar às 16:48
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Entrevista "No Eça, No Peça"


Ver Entrevista


Personagens

- Operador V.T./Camera Men/Realizador/Eça de Queirós/Jornalista

Realizador - Acção

Jornalista - Boa tarde, Sr. Telespectador, bem-vindo, ao programa "Entrevistas Com Pessoas Interessantes", patrocionado pela Associação Para Entrevistas com Pessoas Interessantes.O nosso convidado de hoje é Eça de Queirós, autor de romances como "O crime do Padre Amaro". Boa tarde.

Eça - Boa tarde

Jornalista - Essa entrevista que vamos fazer tem como objectivo saber um pouco mais da sua biografia, uma vez que vós  sois um dos maiores escritores portugueses de todos os tempos! A nossa primeira pergunta é:

-Se tem algum momento chocante na sua adolescênica que o fez mais tarde, começar a escrever?

Eça - Claro, vivi numa época muito difícil, mas cada escritor tem as suas fontes de inspiração.

Jornalista - Pois, pelos vistos superou tudo isto e começou a estudar direito?

Eça - Sim, estudei em Coimbra...

Jornalista - Foi lá que participou com Antero De Quental para a modernização de Portugal?

Eça - Sim, Ficamos com o nome de "geração de 70"...Portugal era um país muito atrasado em trermos de cultura e da sua sociedade e relação com o resto da Europa.

Jornalista - Terminou o seu curso e introduziu em Portugal uma literatura nova, de forma realista!

Eça - Chama-se o Realismo...e foi uma maneira de mostrar a realidade às pessoas...

Jornalista - Mas nem todos de acordo com a sua realidade, certo?

Eça - Os meus livros trouxeram muitos escândalos e desopiniões pois através deles denuciava os problemas sociais e políticos de Portugal, e tinha isto em mente, foi por isso que não desisti.

Jornalista - O Crime do Padre Amaro, O Mandowin, a perfeição foram algumas das suas áreas que mais se destacaram?

Eça - Como também,  O Tesouro, Suave Milagre, A Relíquia e os Mais que foram Públicados em Paris em 1888...

Jornalista - Pois o Sr. Doutor Queirós viajou muito...Estudou em Inglaterra?

Eça - Sim, foi em Inglaterra e em Cuba que desenvolvi a actividade de diplomata e exerci o cargo de cônsul de Portugal...

Jornalista - Mas Foi em Paris que decidiu ficar definitivamente, apesar de ser português?

Eça - Sim, exerci lá o cargo de cônsul apesar disso Pari sé uma cidade muito bonita!

Jornalista - agora a olhar para trás, há alguma coisa que não faria?

Eça - Não, nem pensar, estou muito feliz aqui com a minha mulher e os meus quatro filhos.

Jornalista - Muito obrigado por nos receber aqui em sua casa em Paris e por dedicar esse seu tempo disponível a nós!

Eça - O prazer foi todo meu... Obrigado...

No Eça, No Peça.mov
música: Take my Scares
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Segunda-feira, 5 de Fevereiro de 2007

Página Inicial

O autor que escolhemos para tema do nosso blog é o escritor Eça de Queirós.
A obra seleccionada é O Crime do Padre Amaro.

Segue-se uma cronologia da biobibliografia de Eça.

Fonte: Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Eça_de_Queiroz)

Clã TNT, tribo Teckies
Membros:
Rodrigo Vaz
Ruben Sousa
Paulo Alexandre
Alexandre Duarte
André Estrela

Escola Básica e Secundária de Vila Franca do Campo

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